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The Bit Cousins
Demonstração para Poucos (Edição Especial) |
Código: AMR001
Estilo: Electronic / Weird / Experimental / Psychedelic
Ano de lançamento: 2001
Faixas: 13 (+ 6 faixas bônus) |
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Álbum de estréia dos Bit Cousins (que na época ainda se chamava The Chemical Cousins), lançado em 2001, no dia do primeiro show das bandas Firaza e Postal 80 (os CDs destas bandas estarão em breve no catálogo). É um disco completamente experimental aplicado a estilos variados que vão desde ao folk-rock até à psicodelia eletrônica total. O destaque fica por conta das faixas "Tolerância Zero" (já dito como um clássico dos Bit Cousins), o techno raivoso de "Raiva Catarse", o groove divertido de "Quatorzeoras" e a levada meio trip-hop de "Capaz de Tanto". As seis faixas bônus que acompanha este disco são músicas inéditas compostas durante e depois do lançamento original do disco, em 2001. Entre estas faixas há duas covers muito estranhas e toscas: "Envelheço na Cidade" do Ira! e "Sappy" do Nirvana. Merece destaque a faixa "H2SO^ - O Ácido Mineiro", em versão integral, que antes havia contida apenas um trecho como faixa oculta no disco "Dois Quartos". |
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The Bit Cousins
Dois Quartos |
Código: AMR002
Estilo: Electronic / Weird / Experimental / Psychedelic
Ano de lançamento: 2002
Faixas: 22 |
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"Dois Quartos" é o segundo trabalho dos Bit Cousins e, conforme os próprios autores afirma, foi feito em dois quartos, ambos os quartos de ambos os primos. Trata-se de música caseira: não tem o requinte da cozinha internacional mas tem "aquele gostinho" de comida de casa. O disco faz vôos rasantes por diversos estilos, mas orbita sempre na psicodelia eletrônica típica dos Cousins.
O CD abre devagar, com "Subtrativa", uma alternação lenta de camadas de sons digitais. Na sequência, "Química" é um plágio descarado de "Fuck Up Beats" (dos Chemical Brothers) ou uma ode ao trabalho dos Chemicals, ou ambas as coisas. E tem a adição de vozes digitais. Um, dois, três, quatro e entra "A introdução distorcida de Granada". Bateria nervosa, chiado por todos os lados e no fim, música de videogame, a marca registrada dos primos. "Melodias da terra do Robocop" e seus samples de televisão faz parecer que aquilo é uma edição do Jornal da Globo. Depois vêm duas "musgas rápidas": a primeira parece saída de um vinil arranhado; a segunda, de um compositor lesado de LSD. Loucura total, Juvenal. "Os Prédios e seus Olhos" é profunda, classuda e etérea, um destaque do disco. Já "Mecanomatroma" bate, bate e rebate, num clima de paranóia induzida por drogas. "Pateta usa teclado" justifica seu nome. Quando o vocalista completa: "Mickey Mouse!", não deixe de rir! "Vida de Solteiro" e seu ritmo nonsense fazem a trilha sonora perfeita para um desenho do Tom e Jerry.
"Brasil" é uma tentativa de samba eletrônico de final patriótico: uma guitarra incomum tocando o hino nacional. "Uranium", dos alemães do Kraftwerk, é remixada num techno dançante e radioativo. Depois, músicas-interlúdio com temática de minuto: "Minuto um" cozinha uma psicodelia que explode em "Um Minuto" de fúria distorcida, outro destaque do disco. "65C02" é uma passagem por paisagens ruidosas e variadas. Múltiplas facetas, permeadas pelo onipresente ruído elétrico. Depois, tudo pára em "Um Instante Congelado no Tempo" que, se tivesse vocais femininos, seria uma música da Enya. "Albatross and Leila" toca duas vezes, porque um bando de fãs aplaude loucamente e pede bis. O nonsense chegou pra ficar, como "Dezessete valerato de betametasona" indica. Um amigo, farmacêutico, me disse que este nome é o de um composto químico usado em pomadas para doenças venéreas. "Sair, sair, sair" é repetitiva como o título e talvez agrade os fãs de hard techno. "O Fim" não é o fim, e sim a antepenúltima música, profundamente depressiva.
As duas faixas bônus retornam o clima bem humorado do disco. A música-tema da "Turma da Pesada" (Get Along Gang), antigo desenho dos anos 80-90, é remixada na penúltima faixa como um Drum and Bass de arrasar. E no fim, "Bolinha, gilete, pilão e tu" também parece um desenho animado, e serve de despedida da aventura musical que ali se encerra.
No final de tudo, os dois quartos dos dois primos cozinharam pratos exóticos e variados. Compareça a este restaurante musical sem preconceitos, e aberto aos novos sabores. Você pode se surpreender. |
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The Bit Cousins
Poligonal |
Código: AMR004
Estilo: Electronic / Weird / Experimental / Psychedelic
Ano de lançamento: 2004
Faixas: 18 |
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"Poligonal", o terceiro disco dos Bit Cousins, traz de volta o trabalho dos primos que misturam rock alternativo e música de videogame. Desta vez com uma sonoridade mais limpa, os Cousins investem nos covers e no ecletismo do álbum, que contém desde hardcore digital até músicas executadas ao piano.O disco abre com "Paradigmas", música de clima lisérgigo que poderia facilmente ter sido composta pelo Boards of Canada. "Doze barra oito" é simples, só vibrafone e bateria com uma levada meio quebrada. A coisa descamba para o eletrônico em "Desculpe foi engano", um drum and bass pesado com vocais de outro mundo. "Shadowman" é um cover de videogames antigos, com um órgão anos 70. Depois, "Imbecil Loop", um interlúdio experimental, e "909 play", um eletrônico-experimental com um quê meio abrasileirado, graças a um solo de berimbau elétrico. "Socorro", o cover com vocal intimista de uma música da banda paulista Fellini, praticamente desconhecida para os ouvidos mortais."Tema da fase 2 do Ninja Gaiden", totalmente executada ao piano, surpreende, mas não pela beleza, e sim porque parece fora de lugar no disco. Seguindo a linha dos games vem "Starfox, stage clear!", um pout-pourri de ritmos eletrônicos com final de rock progressivo.Os primos bit prestam sua homenagem aos agressivos membros do Anal Cunt, banda de death metal splatter, com cinco remixes que passeiam da bossa até o canto coral, virando do avesso a sonoridade da banda. Para complementar o nonsense, vêm mais uma música orquestrada e ao piano, desta vez um arranjo do tema de Star Wars. Os fãs da série vão chorar ao ouvir, talvez até de felicidade."Transporte" é mais um interlúdio com ritmo quebrado e clima soturno, para introduzir a hilária "Tutorial de Trance Comercial", que parece ser um protesto contra a música eletrônica que os Cousins mesmos veneram, num lance típico dos artistas alternativos. Pra encerrar, um dos sucessos dos Cousins, "Tolerância Zero", em versão acústica lo-fi.
"Poligonal", como o nome indica, tem muitas facetas diferentes e distintas. É um disco que se propõe a ter tudo e nada ao mesmo tempo e que flerta com todos os ritmos, até os ritmos inimigos. Neste trabalho o que impera é a desconstrução e reconstrução, e o senso de humor típico dos dois primos. |
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N/D |
The
Bit Cousins
Músicas Mal Gravadas e Originais Perdidos
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Código: AMR006
Estilo: Electronic / Weird / Experimental / Psychedelic
/ Ambient
Ano de lançamento: previsto para o primeiro semestre
de 2007
Faixas: ainda não definido
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Próximo
disco dos Bit Cousins.
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